Voto em trânsito


O voto em trânsito é uma oportunidade dada ao eleitor para votar fora do seu domicílio eleitoral, em uma seção especial.

Essa forma de votar foi adotada pela primeira vez em 2010, apenas para o cargo de presidente da República e estava disponível só nas capitais. Com a Reforma Eleitoral 2015, o voto em trânsito foi estendido aos municípios com mais de 100 mil eleitores e aos cargos de governador, senador, deputado federal, deputado estadual e distrital.

Como funciona o voto em trânsito

Para ter acesso a esse direito na eleições de 2018, o eleitor deve se cadastrar em qualquer cartório eleitoral em até 45 dias antes da eleição, apresentando um documento de identificação oficial com foto, como a carteira de identidade (RG) ou a carteira de habilitação (CHN).

O eleitor precisa estar com a situação eleitoral regular para fazer o cadastro e indicar o local que pretende votar. É importante lembrar que ao se cadastrar o eleitor fica impedido de votar na sessão original do seu domicílio eleitoral.

Caso o local de votação escolhido seja no mesmo estado do seu domicílio eleitoral, é possível votar para todos os cargos autorizados ao voto em trânsito. Mas se a sessão pretendida for em um estado diferente do seu domicílio eleitoral, só será liberado o voto para presidente e vice-presidente.

Ainda não existe sessões de voto em trânsito no exterior, quem estiver fora do Brasil no dia da eleição deverá trocar o seu domicílio eleitoral para a zona ZZ (zona do exterior) ou justificar sua ausência até 60 dias após o pleito em qualquer cartório eleitoral, ou 30 dias depois do retorno ao Brasil no Tribunal Regional Eleitoral.

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Página publicada em 3 de Agosto de 2016 e última atualização em 10 de Novembro de 2017 às 11:11.
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